chora o rio cheio das tuas lágrimas
e eu descubro um montante de almas tuas
de saudades minhas
atravesso aquela ponte vermelha e metálica como quem atravessa o abismo
caio,
não me levanto
não há socorro pra isso
há um mar velho mas ninguém vê a velhice dele
ninguém enxerga porque ele não morre
nunca morrerá
eles só enxergam a beleza do mar
da dor só se sabe o nome
o laço de fita que eu enrolei no teu cabelo e esperei pra te ver com ele no outro dia
eu amo os outros dias
porque eles sempre chegam
há um abismo em mim
um mar agitado
uma dor que não cessa
é você que ainda vive aqui
perdura no lugar de um porta retrato que ficava na minha mesa de cabeceira
é porque eu olho pra você antes de dormir
e quando acordo
é pra olhar pra você
e eu descubro um montante de almas tuas
de saudades minhas
atravesso aquela ponte vermelha e metálica como quem atravessa o abismo
caio,
não me levanto
não há socorro pra isso
há um mar velho mas ninguém vê a velhice dele
ninguém enxerga porque ele não morre
nunca morrerá
eles só enxergam a beleza do mar
da dor só se sabe o nome
o laço de fita que eu enrolei no teu cabelo e esperei pra te ver com ele no outro dia
eu amo os outros dias
porque eles sempre chegam
há um abismo em mim
um mar agitado
uma dor que não cessa
é você que ainda vive aqui
perdura no lugar de um porta retrato que ficava na minha mesa de cabeceira
é porque eu olho pra você antes de dormir
e quando acordo
é pra olhar pra você
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