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a madrugada me chama a escrever, eu queria ser profunda, sei que já disse isso outras vezes mas é verdade, é um desejo que só aumenta, será que alguém já fez um vídeo no youtube sobre isso? provavelmente sim. assisti a um filme que achei que fosse me deixar infeliz mas pelo contrário, ri bastante e chorei, e agora tô bem. acho que infeliz que eu quis dizer é um de um jeito momentâneo. tenho que admitir que fui infeliz também enquanto chorava de tristeza pela situação. relacionamentos que acabam, viagens de recomeços, novas histórias de vida para por a sua própria em perspectiva. eu vou contar um segredo agora: achei que nunca mais fosse escrever e isso me matava silenciosamente. agora tô aqui, ouvindo musica nacional de madrugada as 01:46, e sei que tenho que dormir. não vou. tenho medo de parar de escrever de novo, amanhã quando acordar. sei que vai acontecer. quis parar o tempo algumas vezes, mas aí a coisa não aconteceria... o insight, a epifania, a verdade súbita que vai emergir e que esteve grudada em mim o tempo todo. eu só não tava preparada, agora eu acredito nisso.
procurei companhias, meios de entretenimento e até driblar minha timidez numa tentativa de fazer contato humano, desses que eu até gosto um pouco mesmo que não pareça, de longe. acabei falando de mim. egoísta. uma coisa leva a outra. a música já é outra mas ainda é nacional e fala de amor, pra variar, tudo fala de amor. o mundo respira amor por dentro, e por fora é travestido de ódio, não entendo pra quê, porquê. é um enigma. amanhã quero tomar sorvete de chocolate, porque eu mereço, alguém disse isso em algum livro ou filme que vi esses dias. meus dedos teclam sem parar, e eu acho isso interessante porque chega a parecer resquício de alguma coisa que ficou dentro de mim. ainda bem, já não aguentava mais ser essa pessoa apática por dentro e por fora. e eu comecei cinco livros e não terminei nenhum, pretendo terminar o mais fino hoje, quase uma meta. prazos me matam e matam minha criatividade mas o mundo moderno parece se alimentar disso com um apetite voraz, e eu ficando doente.
procurei companhias, meios de entretenimento e até driblar minha timidez numa tentativa de fazer contato humano, desses que eu até gosto um pouco mesmo que não pareça, de longe. acabei falando de mim. egoísta. uma coisa leva a outra. a música já é outra mas ainda é nacional e fala de amor, pra variar, tudo fala de amor. o mundo respira amor por dentro, e por fora é travestido de ódio, não entendo pra quê, porquê. é um enigma. amanhã quero tomar sorvete de chocolate, porque eu mereço, alguém disse isso em algum livro ou filme que vi esses dias. meus dedos teclam sem parar, e eu acho isso interessante porque chega a parecer resquício de alguma coisa que ficou dentro de mim. ainda bem, já não aguentava mais ser essa pessoa apática por dentro e por fora. e eu comecei cinco livros e não terminei nenhum, pretendo terminar o mais fino hoje, quase uma meta. prazos me matam e matam minha criatividade mas o mundo moderno parece se alimentar disso com um apetite voraz, e eu ficando doente.
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