Ainda faz um tempo bom, apesar de tudo.
Nunca mais escrevi, não mais escreverei. Teu silêncio ainda me agride e é como um soco no estômago, dei um tempo. A chuva que quase vem, o sinal que quase vejo, meu óculos quebrou essa semana como você disse que aconteceria porque eu tenho a mão leve e o coração pesado, mas o que o coração tem a ver com isso? Tem tudo, seu coração não suporta que sua mão seja tão leve. Você não me conhece amigo. E assim ficamos intímos e confidentes. É o começo do fim, ninguém imaginaria e se pudesse, me esconderia pra não ver: o fim acaba de começar. Eu vou embora antes, pra você não ter a chance de estragar tudo primeiro que eu. Dormi mal essa noite e as outras. Ainda me faz falta uma noite de sono tranquila, você pode consertar isso também? Agradeço.
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