Eu vejo cada ponto, cada cisco, cada gota de orvalho
se dissipar no meio da fumaça.
Cada arranha-céu, cada fio emaranhado no meio da confusão,
como um sinal de negligência com todo o resto.
E não te culpo.
Você bebe do meu sangue, da minha água, da minha zona de conforto, só pra me deixar vazia.
Não suporto.
Não aguento.
Eu só não consigo mais.
Queria não vomitar em cima de ti, mas é preciso.
Que se danem as regras, você sabe.
Mas quando é preciso, é por minha causa.
E a gente deixa toda essa baboseira de querer uma coisa e fazer outra, de lado.
Esquece os poemas em cima da mesa e recita
só os que você sabe de cor.
Hoje eu vi um arco-íris no fim da rua.
Achei ser o fim da vida, só dessa.
A morte não precisa ser tão triste, baby
Quando a podridão está em todos nós,
a dor quer ser sentida,
e eu tenho vontade de levantar e ir embora.
Fazer algo melhor do que o que me resta,
e eu quero acreditar que o que me resta,
não são essas linhas tortas e esses espaços em branco que eu vivo tentando
preencher e arrumar.
Eu errei uma maldita porção de vezes.
Mas te juro, só fez calo quando deixei de acreditar.
se dissipar no meio da fumaça.
Cada arranha-céu, cada fio emaranhado no meio da confusão,
como um sinal de negligência com todo o resto.
E não te culpo.
Você bebe do meu sangue, da minha água, da minha zona de conforto, só pra me deixar vazia.
Não suporto.
Não aguento.
Eu só não consigo mais.
Queria não vomitar em cima de ti, mas é preciso.
Que se danem as regras, você sabe.
Mas quando é preciso, é por minha causa.
E a gente deixa toda essa baboseira de querer uma coisa e fazer outra, de lado.
Esquece os poemas em cima da mesa e recita
só os que você sabe de cor.
Hoje eu vi um arco-íris no fim da rua.
Achei ser o fim da vida, só dessa.
A morte não precisa ser tão triste, baby
Quando a podridão está em todos nós,
a dor quer ser sentida,
e eu tenho vontade de levantar e ir embora.
Fazer algo melhor do que o que me resta,
e eu quero acreditar que o que me resta,
não são essas linhas tortas e esses espaços em branco que eu vivo tentando
preencher e arrumar.
Eu errei uma maldita porção de vezes.
Mas te juro, só fez calo quando deixei de acreditar.
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