Quero que pare. Saia de órbita e pare. Um ultimo pedido. Uma ultima carta. Um adeus definitivo. Algo que eu nunca consegui digerir. Em ultima instância, lhe digo: não sei mais como fazer isso. Aquilo outro. Nós. Não sei como pregar um pronome que não existe, que nunca existiu, se vamos ser sinceros. Passam-se três meses, ninguém tira a máscara. ninguém parece estar pronto para o que poode ver, o que está por vir. Deixe que eles façam o que bem entenderem. Tudo é fútil, superficial, ardiloso. Não sei ficar no meio dessa gente, prefiro ficar no meio dessas mesas e cadeiras, esses versos que me acometem de repente... Apenas um erro de percurso. Não dê ouvidos as muitas coisas que pode ouvir por aí. sei que já deve estar cansado dessas ladainhas corriqueiras. Aqui desabafo, pois sei que apesar de exausto dessa vida, ainda há um propósito, e ele não acaba no túmulo, como você pensava. Há quem diga que esses malditos propósitos é que vão nos salvar da nossa maldita vida. Por isso, peço que fique. Os relógios que se espatifem, o tempo que se exploda. Ora pois, se não faço ideia de como fazê-lo parar. Por fim, apareça mais vezes, me ensine mais coisas. A lista nunca acaba. Se mostre, exponha esse eu que ninguéms sabe que existe. Eu tento, tento, tento: em vão. Haveria um caminho esplendoroso reservado para mim? Poderia escrever para sempre se me deixassem. Misturar as cultutas, as cores, os jeitos, alfabetos, e etc. Os cheiros se esvaem, desculpe as entrelinhas e imperfeições, desculpe todo o resto também. As pessoas. 

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