Me vejo prisioneira dos meus pensamentos e sentimentos, e houve um tempo, em que eu quase implorei por isso: sentir qualquer coisa. qualquer. coisa. Agora uma confusão de pensamentos se forma dentro de mim. A dicotomia bem e mal paira sobre minhas ideias fixas. Meu peito é oco, ainda é. Ouço uma música com sentimento, que fala de sentimento e isso não faz efeito algum sobre minha doença de apatia, nostálgica mas ainda assim, apática. Presa no meu próprio eu. Na minha própria experiência e passado. Não sei em que momento parei de pensar em você, frequentemente, mas já faz tempo. Me perguntaram o que eu diria para a ultima pessoa que me apaixonei, e eu disse: "eu só queria que você tivesse sido honesto comigo. tenha uma boa vida", mas não é exatamente isso que eu diria, provavelmente eu seria mais pesada, cruel e impulsiva. Eu só disse o que eu queria ter dito, por um longo tempo. Agora não tem mais importância, constrangimento talvez, mas importância não. Se eu te ver do outro lado da rua, é provável que eu finja que não vi e que seja melhor assim. Tenha uma boa vida.
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