“Eu poderia deixar olharem tuas fotos, te admirar ou não. Te deixar exposto e fazer uns outros terem opinião sobre você, mas eu não sei mais sobre quem estou falando… Você não percebeu? Eu sim, não sei mais sobre quem falo, sobre quem é. Você confunde demasiadamente a minha cabeça já confusa por natureza. Sinto que vou me confundir mais ainda se tentar, mas tento. Você tem o mesmo nome que ele, ele tem mesmo nome que você, isso só me confunde mais. Um antigo amor-amigo, e um novo amigo-amor… Agora eu sei quem merecia valor. Ele que está tão perto e eu nunca reparei, aquele que está tão longe e eu logo me apaixonei. Esse amor-amigo, já foi um quase amor querido, sorte que eu estava tão enganada a ponto de não pensar mais nisso, sorte há muito tempo. Eu fiz tudo ao contrário, quem eu deveria amar primeiro, eu odiei no começo. E no início quem eu deveria…. Mas não faz mal não, moço. Já me conformei de não tê-los por perto, já me conformei que perdi um e o outro me perdeu. Sorte que ao menos nisso eu não errei, quem eu perdi não está longe, quem me perdeu nunca vai me achar. Sorte minha, moço.”
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