Eu penso em te escrever todas as vezes.
E uma parte de mim, escreve.
Outra parte, completa a canção.
Eu quis te dizer que meus olhos não estão tão cansados,
de te vasculhar nas outras pessoas (…)
Que quando eu piso em qualquer chão de terra batida,
não consigo me lembrar de você, e tento.
Eu estou tentando.
Mas só o que sai são essas palavras sujas e mundanas, que eu estou vomitando enquanto ninguém chega.
O silêncio agora é imensidão e eu quase consigo ver a esperança de um futuro digno ou só,
não tão borrado como o previsto.
E eu te juro, que todas as vezes que olho o maldito céu:
Não quer dizer nada.
E todas essas baboseiras são singelas confissões dos dias sufocados que tenho vivido.
Eu quase quero engarrafar as estrelas
E te mandar pelo correio, como se o tempo medieval fizesse sentido agora.
Ou simplesmente porque cartas e pedidos em garrafas, são para os perdidos de amor.
E é como na canção, existe um caleidoscópio de memórias,
está por aí em algum lugar, vagando
e colocando os sonhos em garrafas e cartas.
“Como se o gesto bonito encobrisse a podridão dos seres.”
Assim como a sala vazia que eu estou agora.
Sobram lugares, os pares não vieram.
E eu estou muito angustiada pra perceber o que é bom e o que está ao meu alcance, pertinho.
E sou boba demais para diferenciar os dois.
Eu precisava de mais pessoas assim
Me comovendo e arrancando brutalmente
tudo que eu tenho de ruim.
E uma parte de mim, escreve.
Outra parte, completa a canção.
Eu quis te dizer que meus olhos não estão tão cansados,
de te vasculhar nas outras pessoas (…)
Que quando eu piso em qualquer chão de terra batida,
não consigo me lembrar de você, e tento.
Eu estou tentando.
Mas só o que sai são essas palavras sujas e mundanas, que eu estou vomitando enquanto ninguém chega.
O silêncio agora é imensidão e eu quase consigo ver a esperança de um futuro digno ou só,
não tão borrado como o previsto.
E eu te juro, que todas as vezes que olho o maldito céu:
Não quer dizer nada.
E todas essas baboseiras são singelas confissões dos dias sufocados que tenho vivido.
Eu quase quero engarrafar as estrelas
E te mandar pelo correio, como se o tempo medieval fizesse sentido agora.
Ou simplesmente porque cartas e pedidos em garrafas, são para os perdidos de amor.
E é como na canção, existe um caleidoscópio de memórias,
está por aí em algum lugar, vagando
e colocando os sonhos em garrafas e cartas.
“Como se o gesto bonito encobrisse a podridão dos seres.”
Assim como a sala vazia que eu estou agora.
Sobram lugares, os pares não vieram.
E eu estou muito angustiada pra perceber o que é bom e o que está ao meu alcance, pertinho.
E sou boba demais para diferenciar os dois.
Eu precisava de mais pessoas assim
Me comovendo e arrancando brutalmente
tudo que eu tenho de ruim.
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