Há tanta beleza no mundo, diz a canção.
E eu não me importo amor.
Eu guardo as coisas belas pra te falar porque me importo, porque “você é importante pra mim é melhor do que eu me importo com você”, e agora todos sabem.
Te empresto minha coragem se você me emprestar a sua, eu não sou uma fortaleza mas quis ser.
Sou uma xícara que quebra ao primeiro sinal de toque.
Você é o disco que arranha ao primeiro sinal de som, e a gente combina mas eu preferia que desse certo.
Te espero no portão, na calçada ou do nada, na minha rua e por aí.
Te vejo nos sonhos e imaginações mais desvairadas e te ouço sempre nos diálogos mais sórdidos.
E que triste te dizer, que preferia te ouvir de perto, aos sussurros ou aos gritos, simplesmente porque não posso.
As grades do meu portão se partem em pedaços, ao som de cada passo, que possa ser o seu.
As grades do meu coração, se espatifam no chão, ao som de qualquer ruído que possa ser o seu.
E enfim eu vejo, os fins sempre chegam.
E eu não sei ter intimidade e não sei manter, e as palavras não vão para um lixo qualquer
(é um lixo chamado memória)
A gente sabe que é.
E eu não me importo amor.
Eu guardo as coisas belas pra te falar porque me importo, porque “você é importante pra mim é melhor do que eu me importo com você”, e agora todos sabem.
Te empresto minha coragem se você me emprestar a sua, eu não sou uma fortaleza mas quis ser.
Sou uma xícara que quebra ao primeiro sinal de toque.
Você é o disco que arranha ao primeiro sinal de som, e a gente combina mas eu preferia que desse certo.
Te espero no portão, na calçada ou do nada, na minha rua e por aí.
Te vejo nos sonhos e imaginações mais desvairadas e te ouço sempre nos diálogos mais sórdidos.
E que triste te dizer, que preferia te ouvir de perto, aos sussurros ou aos gritos, simplesmente porque não posso.
As grades do meu portão se partem em pedaços, ao som de cada passo, que possa ser o seu.
As grades do meu coração, se espatifam no chão, ao som de qualquer ruído que possa ser o seu.
E enfim eu vejo, os fins sempre chegam.
E eu não sei ter intimidade e não sei manter, e as palavras não vão para um lixo qualquer
(é um lixo chamado memória)
A gente sabe que é.
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