I swear, i know you understand
São ciclos diferentes de dor.
Antes doía como se não houvesse metáfora que explicasse e eu sentia que a dor não precisava de explicação. Agora, depois de meses remoendo todas as tentativas frustradas, a voz rouca e falha de tanto gritar, os olhos evidenciando o cansaço mental e o resto das memórias que não se dissiparam aos poucos, então vejo que deixar ir é difícil. As segundas chances algumas vezes, simplesmente não funcionam. E eu demoro à digerir todo esse mal que me causou, e não me curo, me desespero e não há ajuda das canções, das horas, das histórias, nomes ou datas e tudo mais que houver possibilidade de cicatrização da ferida. Não tem lógica, bom-senso e auto-crítica que me faça ficar nesse poço sem fundo que eu me vejo caindo. E a paz que me falta é perdoar. Não, falar ou demonstrar e ouvir porque ainda não dá, não sai, não consigo. A ausência do otimismo é triste, com todo esse lugar que eu guardei para você em todos os cantos do meu pensamento. Em todas as memórias que o clichê está presente e que eu não sei parar de escrever (desculpa). Sou a estupidez humana lembra? Essa neurose que eu não cultivava e que sempre esteva aqui, not yet baby. E quando a gente se comunicava nessa cidade cinza que você via colorida, você era a porra do arco-íris pra mim. I’m your little girl, remember? Sei lá.
Antes doía como se não houvesse metáfora que explicasse e eu sentia que a dor não precisava de explicação. Agora, depois de meses remoendo todas as tentativas frustradas, a voz rouca e falha de tanto gritar, os olhos evidenciando o cansaço mental e o resto das memórias que não se dissiparam aos poucos, então vejo que deixar ir é difícil. As segundas chances algumas vezes, simplesmente não funcionam. E eu demoro à digerir todo esse mal que me causou, e não me curo, me desespero e não há ajuda das canções, das horas, das histórias, nomes ou datas e tudo mais que houver possibilidade de cicatrização da ferida. Não tem lógica, bom-senso e auto-crítica que me faça ficar nesse poço sem fundo que eu me vejo caindo. E a paz que me falta é perdoar. Não, falar ou demonstrar e ouvir porque ainda não dá, não sai, não consigo. A ausência do otimismo é triste, com todo esse lugar que eu guardei para você em todos os cantos do meu pensamento. Em todas as memórias que o clichê está presente e que eu não sei parar de escrever (desculpa). Sou a estupidez humana lembra? Essa neurose que eu não cultivava e que sempre esteva aqui, not yet baby. E quando a gente se comunicava nessa cidade cinza que você via colorida, você era a porra do arco-íris pra mim. I’m your little girl, remember? Sei lá.
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