Eu preciso do que você me faz lembrar, mais do que isso... Preciso do que você me faz sentir. Como se uma lanchonete qualquer dessa rua e um sorvete do sabor que eu mais gosto fosse suficiente com você do lado, como se os bons ventos que o trazem te fizessem ficar, como se o seu bom dia ou boa noite fosse necessário pra ter meu dia completo, cumprido.... "Fica bem aí, que essa luz comprida ficou tão bonita em você daqui", mas passa rápido e eu não me importo, não suporto acordar e não te ter, te querer e te deixar ir. Eu preciso das lembranças preciosas que guardei como se fosse um tesouro e depois destruí com sentimentos de ódio e repulsa, com a sangria desatada que é o amor inconsequente, eloquente, tão diferente de todos os outros.
Os amores tem essa capacidade de se acharem poderosos, de me fazer ficar doente e depois morrer. De me fazer agonizar e depois ressuscitar. Os amores delinquentes e impacientes dessa nova era em que estamos, eles nos fazem enlouquecer a mil quilômetros por segundo, não tem freio e não tem pudor. Não tem consciência ou amor próprio. Ele só tem a velocidade e a intensidade com que acontece, só tem generalizações desnecessárias e argumentos inválidos que se tornam válidos muito fácil pela relatividade. Ele tem tamanho que é como um infinito de qualquer coisa. Multiplique qualquer coisa bonita e lá está: o amor não arquiteta nada sozinho.
Os amores tem essa capacidade de se acharem poderosos, de me fazer ficar doente e depois morrer. De me fazer agonizar e depois ressuscitar. Os amores delinquentes e impacientes dessa nova era em que estamos, eles nos fazem enlouquecer a mil quilômetros por segundo, não tem freio e não tem pudor. Não tem consciência ou amor próprio. Ele só tem a velocidade e a intensidade com que acontece, só tem generalizações desnecessárias e argumentos inválidos que se tornam válidos muito fácil pela relatividade. Ele tem tamanho que é como um infinito de qualquer coisa. Multiplique qualquer coisa bonita e lá está: o amor não arquiteta nada sozinho.
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