Parece que sou feita de vidro
E corto quem se aproximar
Parece que sou feita de aço
E não deixo ninguém ultrapassar
A barra de proteção
A que me protege e
Não sei mais quantos protegerão.


Por isso me queixo
Sou um paradoxo ambulante
A antítese que se esqueceu
De acontecer ou aconteceu demais
Não quero meio termo
Mas vivo sendo desses
Que não sabem de nada e só quer deixar pra lá.

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