Não é como se eu achasse que o mundo vai rachar ou entrar em colisão porque eu vi vermelho o dia inteiro?
Fico vendo as pessoas ao meu redor sumindo, se dissipando no ar, uma à uma.
Você não sabe o desespero que dá, de mais uma sumir.
Você não sabe a correria que é, pra não deixar que esse alguém seja você.
Ando perdendo as estribeiras e não me importando muito em parecer paranoica, mas você que me conhece, sabe que é até cômico não parecer.
Amores em linhas retas reviram o meu estomago e me dão um embrulho me fazendo perder a vida, cada vez que pisco os olhos. Eu sempre quero achar uma curva pra entrar na frente de alguém que esteja correndo contra o tempo mais rápido que eu, e passar. Passar dele ou passar despercebida, só passar… Ainda não sei.
Talvez eu tenha depositado toda a minha esperança e covardia em quem não era pra ser, acredito nisso: “não é pra ser”.
Enquanto fico dando voltas em mim até achar um meio de olhar pra dentro, e ver como eu consigo perder as pessoas que me são importantes mas soam desagradáveis dependendo do meu nível estresse e melancolia do dia.
Jogo tudo pro alto esperando pegar algo que valha à pena me fazer cortar as mãos no intuito de segurar sem se deixar levar ou deixar cair no chão, ou no abismo e de qualquer maneira, tudo que caiu lá até hoje, foi irrecuperável mas não posso te culpar por tentar.
Cada estrada dessas que eu não vejo o fim, eu imagino.
Alerta como um despertador pra tocar na hora certa.
Odeio despertadores, eles me fazem acordar e me arrepender de os ter colocado lá, do meu lado.
Odeio relógios também, ele me tira e me devolve o que eu quero quero esquecer.
Mas não, a culpa não é dos despertadores nem dos relógios de parede antigos e rechonchudos que fica escondido na sala, bem no alto e quase dá vontade de acerta-lo com um dardo.
Ele não é meu alvo, isso não um jogo.
Então porque eu procuro as peças minuciosamente por todo lugar?
Quando eu digo que não tem nada a ver com você.
É o caso de me fazer te esquecer.
Fico vendo as pessoas ao meu redor sumindo, se dissipando no ar, uma à uma.
Você não sabe o desespero que dá, de mais uma sumir.
Você não sabe a correria que é, pra não deixar que esse alguém seja você.
Ando perdendo as estribeiras e não me importando muito em parecer paranoica, mas você que me conhece, sabe que é até cômico não parecer.
Amores em linhas retas reviram o meu estomago e me dão um embrulho me fazendo perder a vida, cada vez que pisco os olhos. Eu sempre quero achar uma curva pra entrar na frente de alguém que esteja correndo contra o tempo mais rápido que eu, e passar. Passar dele ou passar despercebida, só passar… Ainda não sei.
Talvez eu tenha depositado toda a minha esperança e covardia em quem não era pra ser, acredito nisso: “não é pra ser”.
Enquanto fico dando voltas em mim até achar um meio de olhar pra dentro, e ver como eu consigo perder as pessoas que me são importantes mas soam desagradáveis dependendo do meu nível estresse e melancolia do dia.
Jogo tudo pro alto esperando pegar algo que valha à pena me fazer cortar as mãos no intuito de segurar sem se deixar levar ou deixar cair no chão, ou no abismo e de qualquer maneira, tudo que caiu lá até hoje, foi irrecuperável mas não posso te culpar por tentar.
Cada estrada dessas que eu não vejo o fim, eu imagino.
Alerta como um despertador pra tocar na hora certa.
Odeio despertadores, eles me fazem acordar e me arrepender de os ter colocado lá, do meu lado.
Odeio relógios também, ele me tira e me devolve o que eu quero quero esquecer.
Mas não, a culpa não é dos despertadores nem dos relógios de parede antigos e rechonchudos que fica escondido na sala, bem no alto e quase dá vontade de acerta-lo com um dardo.
Ele não é meu alvo, isso não um jogo.
Então porque eu procuro as peças minuciosamente por todo lugar?
Quando eu digo que não tem nada a ver com você.
É o caso de me fazer te esquecer.
Subentendido.
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