Te esperei e precisava saber se você ia ficar, ou se iam ser só mais uma ou duas palavras a mais. Precisava saber se me esperaria no portão da minha casa ou no de embarque, se você ia ou me esperava, fiz isso por ti e sinceramente… Esperava que fizesse por mim também. As malas foram desfeitas uma cinco vezes hoje, mas não foi culpa do relógio. E aquela preocupação toda eu não tenho mais, não porque quero, mas porque fui obrigada à tirar de mim, depois de muito tempo consegui. Te reencontrei muitas vezes, porém nenhuma foi tão estranha e inesperada quanto à ultima: o ultimo reencontro, a primeira despedida e um único Adeus, nenhum passo à mais, pra frente ou pra trás. Eu acho que tomei um rumo, ou ele me tomou, não sei. Quase consigo distinguir esse amor de qualquer coisa errônea que apareça na minha frente, mas apareça agora porque depois os meus sentidos podem não estar tão aguçados, ou eu simplesmente posso não querer mais ver nada na minha frente. A sua ausência contou muito na minha história ou qualquer coisa que eu tentei viver depois de você, mas depois de você não existe, depois de você nada veio.
Depois foi tempo demais.
Depois foi tempo demais.
Comentários
Postar um comentário