Não sei se leio ou se escrevo.
Não sei se rio ou se choro.
Eu posso chorar sorrindo e vice-versa?
E se eu não contar o final da história você fica chateado? Eu queria te ter mais minutos aqui comigo, e se eu te contar você vai embora mais rápido. Sabe o que acontece? Não quero que vá, você não. Quero que fique até eu pegar no sono e depois invada meus sonhos pra eu não ter como escapar de você, nem se quiser. Mas se eu estou sugerindo então eu quero… Ou não? Sonhos me deixam confusa e animada, quase um paradoxo.
É que estou extasiada com uma coisa que não consigo tirar da cabeça e talvez você possa me ajudar e talvez eu fique pior.
As janelas são escuras mas nem tanto, chegam à dar um medo mas quando desvio o olhar pro chão e você segura no meu queixo, me fazendo te olhar: o medo some. Eu queria palavras simples e fáceis de decorar, você não sabe como minha memória ou a falta dela é terrível, queria poder não me lembrar disso também, pra não lhe contar logo assim, “de cara” e você sair correndo assustado, fugido de um manicômio, esse precipício que é minha boca quando quer.
Qualquer vestígio que eu encontre de ti ainda essa noite, não vai me deixar dormir. Se esconde dos meus pensamentos e não pareça estar sempre em sintonia comigo, porque isso sim, isso me assusta.
Não sei se rio ou se choro.
Eu posso chorar sorrindo e vice-versa?
E se eu não contar o final da história você fica chateado? Eu queria te ter mais minutos aqui comigo, e se eu te contar você vai embora mais rápido. Sabe o que acontece? Não quero que vá, você não. Quero que fique até eu pegar no sono e depois invada meus sonhos pra eu não ter como escapar de você, nem se quiser. Mas se eu estou sugerindo então eu quero… Ou não? Sonhos me deixam confusa e animada, quase um paradoxo.
É que estou extasiada com uma coisa que não consigo tirar da cabeça e talvez você possa me ajudar e talvez eu fique pior.
As janelas são escuras mas nem tanto, chegam à dar um medo mas quando desvio o olhar pro chão e você segura no meu queixo, me fazendo te olhar: o medo some. Eu queria palavras simples e fáceis de decorar, você não sabe como minha memória ou a falta dela é terrível, queria poder não me lembrar disso também, pra não lhe contar logo assim, “de cara” e você sair correndo assustado, fugido de um manicômio, esse precipício que é minha boca quando quer.
Qualquer vestígio que eu encontre de ti ainda essa noite, não vai me deixar dormir. Se esconde dos meus pensamentos e não pareça estar sempre em sintonia comigo, porque isso sim, isso me assusta.
| Mas você não sabe porque não ficou. |
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