Me acostumei com os ímpares. Quem sabe eu não esteja fadada à ser essa pessoa lunática ou paranoica com qualquer coisa, pro resto da vida: ainda resta esperança. Notei que os pares haviam ido embora logo depois da festa acabar. Olhei para os lados incessantemente e quis contar uma história, dessas que me acontecem sempre, de maneiras diferentes.
O destino não quer que eu me canse, não quer que eu o veja nem acredite, que ele existe. Sonho com canções e escrevo um verso, desses que a gente vê, atrás do preço, desse nosso azar. Azar só de falar, começar a vigiar e querer comandar, e tudo por água à baixo, mandar.
Não existem mais “fins” nem “recomeços”, não enquanto eu me recusar à crer que isso possa, mesmo mesmo acontecer. Repetir palavras e gestos mas não pessoas, pessoas não. Dessas que mal chegam e já vão, estou cheia, estou farta. Estou enfim sedada dessa realidade nada sã.
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