Me peguei cavando um buraco do qual não consigo sair. Não queria te assustar mas as estrelas estão caindo baby, você não acreditou que elas poderiam mas elas podem, te cercam agora e você não pode fugir ou ficou preso pela curiosidade de de ficar aqui e saber como vai ser, daqui pra frente. Eu preferia que você não ficasse preso e que sua curiosidade fosse sobre quantos livros eu tenho na estante e se eu já li todos eles. Mas eu findaria descrevendo todos os seus movimentos (até os que você não fez, mas minha imaginação é fértil) e os meus também, e isso acabaria em estrago. Desses que eu costumo deixar quando abro a boca e olho pro abismo que há entre nós, me apavoro e é só. Deixo de seguir as regras e pago multa por quebra de contrato e o mais estranho é que não importa, isso não importa o bastante pra mim. Já tinha decidido seguir carreira no que mais gosto de fazer, já tinha matado a tal curiosidade mórbida sobre você e tinha deixado de lado, guardado ou enfornado em qualquer um desses lugares que costumo esconder. Escrevo e me atraso de propósito, eu só quero ver onde isso pode chegar. Eu te desafio à me enfrentar e você o faz e vice-versa. Preciso sentir que posso ficar longe mas já perdi o controle, sinto te informar. E notar isso parece triste, uma série de indagações passam pela minha cabeça. Parar, voltar, lutar, amar.
Não está entre as opções.
Não deveria estar.
E diminuir as expectativas deveria estar, mas isso inclui parar.
E soou tão complicado mesmo sendo simples.
Complicado é lidar com o todo o resto, o que vem depois do que já está feito.
Não o fiz, preferi assim.
Vou dar tempo e espaço pra você sentir, o que eu quero sentir de menos.
Não está entre as opções.
Não deveria estar.
E diminuir as expectativas deveria estar, mas isso inclui parar.
E soou tão complicado mesmo sendo simples.
Complicado é lidar com o todo o resto, o que vem depois do que já está feito.
Não o fiz, preferi assim.
Vou dar tempo e espaço pra você sentir, o que eu quero sentir de menos.
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