Odeio o modo como você diz que está tudo bem e finge tão bem, mas não tanto.
- Você precisa dar um jeito na tua vida! Eu digo, mas quem sou eu… E releva as coisas mais importantes e me faz parecer estúpida diante de mim mesma, por ter dado tanta importância. Rolo os olhos pra cima de você e tento te intimidar, isso que você faz tão bem comigo sem nem disfarçar, mas pra quê? Você disse, a unica que tem medo disso aqui é você, eu tenho medo de outras coisas. De alguma maneira isso me fez sentir melhor, quase consigo te distrair mas vem você e estraga tudo, tem hora marcada pra me fazer transbordar de contradição. Espalho pelas ruas minhas lágrimas, eu juro que foi sem querer e o vento as levou sem que eu tivesse visto. No dia seguinte lá estamos nós de novo, sentindo falta e fazendo falta, resta saber quem é de quem ou ainda se ninguém é de ninguém, como diz a música. Aliás, as ultimas que eu tenho ouvido repetidamente é só pra te lembrar, tendo o cuidado de não deixar transparecer minha tolice diante das suas ideias banais, vendo o tempo passar e você percebendo que teu jeito me afetou e eu notando que você gosta de retrucar, rebater e enfim “devolver na mesma moeda”. Só pro assunto não morrer, você respira. Eu te dei meu ar.
Não tem nada pra decidir ainda mas vamos inverter as posições: eu fico com a sua banalidade e você com a minha saudade, de meia-idade.
- Você precisa dar um jeito na tua vida! Eu digo, mas quem sou eu… E releva as coisas mais importantes e me faz parecer estúpida diante de mim mesma, por ter dado tanta importância. Rolo os olhos pra cima de você e tento te intimidar, isso que você faz tão bem comigo sem nem disfarçar, mas pra quê? Você disse, a unica que tem medo disso aqui é você, eu tenho medo de outras coisas. De alguma maneira isso me fez sentir melhor, quase consigo te distrair mas vem você e estraga tudo, tem hora marcada pra me fazer transbordar de contradição. Espalho pelas ruas minhas lágrimas, eu juro que foi sem querer e o vento as levou sem que eu tivesse visto. No dia seguinte lá estamos nós de novo, sentindo falta e fazendo falta, resta saber quem é de quem ou ainda se ninguém é de ninguém, como diz a música. Aliás, as ultimas que eu tenho ouvido repetidamente é só pra te lembrar, tendo o cuidado de não deixar transparecer minha tolice diante das suas ideias banais, vendo o tempo passar e você percebendo que teu jeito me afetou e eu notando que você gosta de retrucar, rebater e enfim “devolver na mesma moeda”. Só pro assunto não morrer, você respira. Eu te dei meu ar.
Não tem nada pra decidir ainda mas vamos inverter as posições: eu fico com a sua banalidade e você com a minha saudade, de meia-idade.
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