Eu vivo nessa de esconder minhas estranhezas, até tento camuflar minhas paranoias psíquicas mas é pouco. Você olha pra mim como se eu escondesse tantos segredos e você soubesse de todos eles, eu olho pra você como quem esqueceu que o resto do mundo existe, e o exagero é o mínimo que eu posso te dar depois desse teu olhar, eu me contento com tão pouco.
Eu esqueci a dor que você me fez sentir, ganhei valor quando você me fez sorrir e aí eu me perdi, nos teus encantos por tanto tempo. Durou quase nada os sentimentos, as lembranças não puderam ser substituídas e essa noite eu tive uma overdose de fatos gritantes, que eu tola não vi antes. Eu me culpei tanto por não saber o que fazer, seu tempo acabou e o meu nem começou.
As variedades do meu sentir não chegam perto de ti, se chegarem com certeza voltariam correndo pra mim, como quem não sabe à quem recorrer ou que caminho escolher, as coisas são assim. Minha individualidade te cegou e a gente com as palavras acabou, fazendo o silêncio reinar e a arte de procrastinar depois, é meu sofrer mais profundo.
e vazio.

(eu sou rasa e você vai bater a cara no chão)

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