E enquanto eu me perdia nas ruas, e andava sem olhar pra trás, perdi. Me perdi, no meio da solidão, saudade, lembranças… E todas essas coisas que nos faz pensar como a gente poderia estar melhor num momento desses. Como a gente é escravo do tempo que sabemos que não volta, nunca. E quando tento fingir que aprendi alguma coisa com isso, faço tudo errado de novo. Mas eu sei o que é isso, é a esperança agindo dentro de mim, o que faz mais uma possibilidade de ilusão, decepção, frustração. Isso de que não importe quantas vezes você for machucado, você sempre querer tentar de novo, sempre vai dar uma nova chance pro “amor”, mesmo que um alguém te dê motivos suficientes pra desistir: você nunca vai querer desistir de você mesmo, da sua felicidade. Nunca vai ter motivos suficientes pra deixar de tentar ser feliz.

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